3) As Deusas Interiores



Link da entrevista As Deusas Interiores

Simone Arrojo na Rádio Mundial e Mônica Clemente (Manika)


Existem muitos arquétipos femininos que povoam as telas de cinema com seus dramas. Eles também estão encarnados naquelas atrizes fabulosas e com certeza, na gente!

Quem não via a sedutora Afrodite e a "frágil" Perséfone em Marilyn Monroe? Como não se encantar pelo nascimento da super profissional Athena no filme Erin Brockovich? Ou não querer lutar, ser livre e ter o corpo de Ártemis em Mulher Maravilha?

Como as deusas, os filmes e as atrizes carregam algo cintilante do nosso próprio psiquismo projetado no estrelato. São aspectos que precisamos integrar e dar uma assinatura pessoal. São os arquétipos, modelos carregados de histórias milenares com toda a força dos seus afetos, que nos alcançam pelo sangue ancestral das histórias da nossa família.

Muitos deles integramos ao longo de nossa vida, individuando seus potenciais. Outros nos tomam a seu serviço, como os roteiros familiares inconscientes.

Estes arquétipos também são aceitos ou rejeitados ao longo das eras por conta dos valores daquele tempo, colocando algumas deusas ou algumas de suas características de escanteio ou sob os holofotes do que é certo e aceitável. Ser mãe, vítima e poderosa atualmente é enaltecido. Ser livre sexualmente, ou solteira ou ganhar equiparadas com o salário dos homens, não!

Nesta conversa que tive com a querida Simone Arrojo, falamos sobre a luz e a sombra de 6 arquétipos femininos que sustentam as potencialidades da mulher. E há muitos outros! Quantas deusas aceitamos e integramos e quantas delas rejeitamos e ainda faltam integrar? 

Basta a gente se perguntar: e se uma mãe tivesse mais afinidade com a Afrodite, uma deusa avessa à maternidade e de sexualidade integrada, seria justo julgá-la por isso? E se uma esposa tivesse uma Deméter muito forte, tornando o seu marido um filho? Como não cair sobre os encantos da regressão para não se tornar o bebê dela? E se você quer casar mas odeia tudo o que se refere à deusa Hera, como poderá aguentar os desafios de uma relação com um homem tão poderoso quanto você? E se não queres casar, mas ser livre como Ártemis embarcando em aventuras, ou se já é hora de colocar teus potenciais no mundo do trabalho, como Athena?

Ah, você ainda está sobre os domínios de sua mãe ou de um marido dominador, como a Deusa Perséfone? Mas você sabia que ela é uma grande sábia curadora? Quando vais parar de ser vítima destas personalidades e se emancipar?

É sobre isso, muito rapidamente que falaremos, mas prometo mais materiais e seminários de constelação sobre este tema fascinante que é ser inteira e sem se julgar.

(Se quiser ler um conto sobre um desafio da mulher Ártemis, clique aqui.)





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